Marcos Alves

Desenvolvedor full-stack. Construo o produto e a infraestrutura que o mantém de pé.

Antes de ser código, infraestrutura era cabo e gente ligando as pontas. As fotos são dessa história.

Pessoa usando uma caneta óptica sobre o texto de um monitor de 1969, ao lado de um teclado.

Interface

O que a pessoa vê e toca.

Console do Hypertext Editing System, Universidade Brown, 1969.

Módulo eletrônico antigo com duas válvulas e dezenas de fios e resistores coloridos.

Back-end

APIs, filas e dados: a lógica que ninguém vê e todo mundo sente.

Módulo eletrônico de um computador de cartões perfurados Powers-Samas, anos 1960.

Infraestrutura

Tudo ligado e de pé, inclusive às três da manhã.

Telefonistas numa central internacional do Bell System, anos 1940.

Fileira de telefonistas conectando cabos num grande painel de central telefônica.

Sobre mim

Marcos Alves sorrindo, de óculos escuros, ao ar livre.

Oi, eu sou o Marcos. Escrevo software desde 2013 e gosto das duas pontas do trabalho: a tela que alguém toca e o servidor que segura tudo de madrugada. Falo direto, documento o que faço e entrego em partes pequenas, para você ver funcionando cedo, e não só no fim.

O que eu faço

Do primeiro protótipo ao sistema no ar, cuidando de todas as camadas.

  • Produto do zero

    Do protótipo ao sistema no ar, com front, back e deploy.

  • APIs e integrações

    Pagamentos, mensageria e conversa com sistemas legados.

  • Nuvem e infra

    AWS ou Google Cloud, com toda a infraestrutura em código.

  • Migrações

    De servidores e VMs para containers e Kubernetes, sem parar a operação.

  • Observabilidade

    Métricas, logs e alertas, para saber antes do usuário quando algo quebra.

Hoje, 14 de novembro

  • 09:00Ana SouzaRetorno
  • 09:30Bruno LimaPrimeira consulta
  • 10:15Carla DiasExame
  • 11:00Diego RochaRetorno
Novo horário
Ilustração: uma funcionalidade fictícia, agendar um horário, vista nas três camadas.

Agendar um horário: Interface

Como eu trabalho

Do primeiro e-mail ao sistema em produção, estes são os pontos que levo para qualquer projeto.

O que não muda

  • Conversa antes de código

    Entendo o problema e o negócio antes de propor uma solução.

  • Entregas pequenas, funcionando cedo

    Você vê o sistema rodando em dias, não só no fim.

  • Infraestrutura como código

    Desde o primeiro dia, sem configuração manual escondida.

  • Deploy automatizado e monitoramento

    Cada mudança sobe sozinha, e eu sei quando algo quebra.

  • Tudo documentado

    Decisões, arquitetura e como rodar, por escrito.

  • Combinados claros desde o início

    Escopo, prazos e propriedade do código definidos no contrato.

Cada projeto tem seu roteiro. Isso aqui não muda.

Ferramentas mudam a cada ano. O ofício de ligar as pontas é bem mais antigo.

Computador IBM 705 dos anos 1950: armários de válvulas com painéis de vidro e um console ao centro.
IBM 705, computador a válvulas. Computermuseum München.

Stack

Front-end
  • Reactdiário
  • Next.jsdiário
  • TypeScriptdiário
  • Acessibilidade (WCAG)sempre
Back-end
  • Node.jsdiário
  • Gofrequente
  • Pythonquando faz sentido
  • REST e GraphQLdiário
Dados
  • PostgreSQLdiário
  • Redisfrequente
  • Filas (SQS, RabbitMQ)frequente
Infra e cloud
  • AWSdiário
  • Google Cloudfrequente
  • Terraformdiário
  • Dockerdiário
  • Kubernetesfrequente
Entrega contínua
  • GitHub Actionsdiário
  • Argo CDfrequente
  • Testes automatizadossempre
Observabilidade
  • OpenTelemetryfrequente
  • Prometheus e Grafanafrequente
  • Sentrydiário

Contato